De acordo com os números de levantamento feito pelo "TV Guide", Hugh Laurie precisa gravar três episódios como o dr. House para conseguir se aproximar do valor do cheque que Charlie Sheen recebe em "Two and a Half Men" --e, não custa lembrar, com episódios que têm a metade da duração.
Ainda assim, Laurie ganha dez vezes mais por aparição semanal do que Jim Parsons em "The Big Bang Theory". Desnecessário dizer que as cifras passam longe dos US$ 315 milhões que a apresentadora Oprah Winfrey lucrou no ano todo.
Segundo a revista, executivos dos canais explicaram que a diferença entre os salários recebidos está no fato de que as redes abaixaram o valor inicial que pagam a atores de programas novos. A cifra, que costumava girar em torno de US$ 150 mil a US$ 200 mil, hoje em dia, baixou para de US$75 mil a US$ 125 mil por episódio.
Confira a seguir os atores mais bem pagos das séries de TV americana.
Drama (por episódio):
1. Hugh Laurie, de "House": US$ 400 mil
2. Christopher Meloni e Mariska Hargitay, de "Law & Order: SVU": US$ 395 mil cada um
3. David Caruso, de 'CSI: Miami', Marg Helgenberger, de 'CSI', e Mark Harmon, de "NCIS": US$ 375 mil
4. Laurence Fishburne, de "CSI", Kyra Sedgwick, de "The Closer", e Denis Leary, de "Rescue Me": US$ 350 mil
5. Gary Sinise, de "CSI: NY": US$ 275 mil
6. Patrick Dempsey, de "Grey's Anatomy": US$ 250 mil
7. David Boreanaz, de "Bones": US$ 200 mil
8. Jeffrey Donovan, de "Burn Notice": US$ 200 mil
9. Julianna Margulies, de "The Good Wife": US$ 175 mil
10. Dana Delany, de "Body of Proof", Lauren Graham, de "Parenthood", Jada Pinkett Smith, de "HawthoRNe", e Jimmy Smits, de "Outlaw": US$ 150 mil
Comédia (por episódio):
1. Charlie Sheen, de "Two and a Half Men": US$ 1,25 milhões
2. Jon Cryer, de "Two and a Half Men": US$ 550 mil
3. Marcia Cross, Teri Hatcher, Felicity Huffman e Eva Longoria Parker, de "Desperate Housewives", e Dan Castellaneta e Julie Kavner, de "The Simpsons": US$ 400 mil
4. Tina Fey, de "30 Rock", e Jeremy Piven, de "Entourage": US$ 350 mil
5. Steve Carell, de "The Office": US$ 297 mil
6. Angus T. Jones, de "Two and a Half Men": US$ 250 mil
7. David Duchovny, de "Californication", Kevin Dillon e Adrian Grenier, de "Entourage": US$ 200 mil
8. Miranda Cosgrove, de "iCarly": US$ 180 mil
9. Edie Falco, de "Nurse Jackie": US$ 175 mil
10. William Shatner, de "$#*! My Dad Says", e David Spade, de "Rules of Engagement": US$ 150 mil
12 agosto 2010
10 agosto 2010
Making Of Toy Story 3
A história do cinema em termos de animação produzida por computadores foi alterada para sempre desde que a Pixar começou sua história no final dos anos 90. Hoje o cenário é bem diferente e podemos encontrar várias produções nesse estilo oriundas de vários estúdios diferentes. Na última semana tive a oportunidade de assistir Toy Story 3, que é a mais recente produção da Pixar e como é praticamente um padrão deles a qualidade na animação, e principalmente a história, permanecem os mesmos de sempre. As comparações com a parte de render e animação dos primeiros Toy Story são inevitáveis e mostram a clara evolução tecnológica os últimos para a Pixar também.
Mesmo sendo uma produção que a Pixar queria evitar e foi “forçada” a trabalhar devido as pressões da Disney que insistia em uma continuação dos sucessos anteriores, eles fizeram um excelente trabalho. O mesmo já havia acontecido com o Toy Story 2 que foi proposto pela Disney. Mesmo assim, o resultado foi excelente e recomendo a todos os amantes da animação e computação gráfica.
O ponto negativo em relação as animações da Pixar ainda é a qualidade e quantidade de material extra lançado com seus DVD`s e Blu-rays. Desde Os Incríveis que não temos uma boa quantidade de extras e material mostrando os processos de criação e produção de cada animação. Esse tipo de material interessa aos apaixonados por animação e cinema, mas acaba tirando um pouco do aspecto comercial do DVD. Desde então, precisamos recorrer ao material publicado na internet com pequenos vídeos mostrando a produção. Um desses vídeos é extremamente interessante e apresenta vários aspectos técnicos da produção.
No vídeo que não apresenta narração, podemos contemplar a parte de preparação e pesquisa para a produção do Toy Story 3, em que a parte de arte conceitual é mais exigida.
A parte final do material mostra várias telas do lendário sistema de animação da Pixar chamado de Marionette e que foi desenvolvido pela Pixar especificamente para seus projetos. A filosofia deles é bem simples, e envolve a criação e manutenção de um dos alicerces para seu negócio que é o software. Assim eles deixam a ferramenta da maneira como quiserem e não dependem de atualizações de terceiros.
Mesmo sendo uma produção que a Pixar queria evitar e foi “forçada” a trabalhar devido as pressões da Disney que insistia em uma continuação dos sucessos anteriores, eles fizeram um excelente trabalho. O mesmo já havia acontecido com o Toy Story 2 que foi proposto pela Disney. Mesmo assim, o resultado foi excelente e recomendo a todos os amantes da animação e computação gráfica.
O ponto negativo em relação as animações da Pixar ainda é a qualidade e quantidade de material extra lançado com seus DVD`s e Blu-rays. Desde Os Incríveis que não temos uma boa quantidade de extras e material mostrando os processos de criação e produção de cada animação. Esse tipo de material interessa aos apaixonados por animação e cinema, mas acaba tirando um pouco do aspecto comercial do DVD. Desde então, precisamos recorrer ao material publicado na internet com pequenos vídeos mostrando a produção. Um desses vídeos é extremamente interessante e apresenta vários aspectos técnicos da produção.
No vídeo que não apresenta narração, podemos contemplar a parte de preparação e pesquisa para a produção do Toy Story 3, em que a parte de arte conceitual é mais exigida.
A parte final do material mostra várias telas do lendário sistema de animação da Pixar chamado de Marionette e que foi desenvolvido pela Pixar especificamente para seus projetos. A filosofia deles é bem simples, e envolve a criação e manutenção de um dos alicerces para seu negócio que é o software. Assim eles deixam a ferramenta da maneira como quiserem e não dependem de atualizações de terceiros.
03 agosto 2010
Finalmente GVT entra em São Paulo para competir com a Telefônica
Nesta segunda-feira (2/8), a operadora GVT iniciou a oferta de telefonia fixa para os clientes domésticos de São Paulo, a partir das cidades de Sorocaba e Jundiaí. A iniciativa, que representa o primeiro passo da expansão da companhia no Estado, no qual deve concorrer com a Telefônica, exigiu investimentos de 40 milhões de reais.
Nas duas cidades, a GVT promete atuar com estratégia agressiva na entrega de telefonia fixa e banda larga para o consumidor final com velocidade de até 100 Mbps. Para isso, a empresa investiu na construção de uma rede própria com capacidade para atender 38 mil assinantes de internet rápida e voz, número que corresponde a 30% da cobertura geográfica das duas cidades (Jundiaí e Sorocaba), que somam cerca de 935 mil habitantes.
O vice-presidente de marketing e vendas da GVT, Alcides Troller Pinto, informa que as cidades foram escolhidas como porta de entrada no mercado paulista por serem regiões de intensa atividade econômica e pela localização estratégica no Estado de São Paulo. Ele destaca ainda como fatores de atração para a companhia o potencial do consumidor daquelas regiões para contratação de serviços avançados de telefonia e web.
Nas duas cidades, a GVT promete atuar com estratégia agressiva na entrega de telefonia fixa e banda larga para o consumidor final com velocidade de até 100 Mbps. Para isso, a empresa investiu na construção de uma rede própria com capacidade para atender 38 mil assinantes de internet rápida e voz, número que corresponde a 30% da cobertura geográfica das duas cidades (Jundiaí e Sorocaba), que somam cerca de 935 mil habitantes.
O vice-presidente de marketing e vendas da GVT, Alcides Troller Pinto, informa que as cidades foram escolhidas como porta de entrada no mercado paulista por serem regiões de intensa atividade econômica e pela localização estratégica no Estado de São Paulo. Ele destaca ainda como fatores de atração para a companhia o potencial do consumidor daquelas regiões para contratação de serviços avançados de telefonia e web.
29 julho 2010
Eu nunca vou ter um Lamborghini Reventon Roadster....
E você não terá um Lamborghini Reventon Roadster...
Marca italiana utiliza estatísticas para mostrar exclusividade do modelo.
Marca italiana utiliza estatísticas para mostrar exclusividade do modelo.
28 julho 2010
Jogo de estratégia "StarCraft 2" começa a ser vendido no Brasil
O jogo “StarCraft 2” começa a ser vendido no Brasil nesta terça-feira (27). O game chega ao mercado depois de sete anos de desenvolvimento e 12 anos depois de sua primeira versão.
O título foi criado pela Blizzard, que tem no currículo o famoso “World of Warcraft”. “StarCraft 2” é um jogo de estratégia, no qual o usuário tem que administrar seus recursos, atacar com seu exército e ainda se defender dos ataques inimigos.
A primeira versão foi lançada em 1998. A espera para a sequência é a maior da história da indústria do videogame. O game dá acesso de seis meses à Battle.net, para que o usuário possa dar continuidade a saga épica dos Protoss, Terran e Zerg, raças dos personagens do jogo.
O jogo foi lançado apenas para PC e Mac. Em 1998, o jogo também era combatível com o Nintendo 64. O preço é de R$ 49.
O título foi criado pela Blizzard, que tem no currículo o famoso “World of Warcraft”. “StarCraft 2” é um jogo de estratégia, no qual o usuário tem que administrar seus recursos, atacar com seu exército e ainda se defender dos ataques inimigos.
A primeira versão foi lançada em 1998. A espera para a sequência é a maior da história da indústria do videogame. O game dá acesso de seis meses à Battle.net, para que o usuário possa dar continuidade a saga épica dos Protoss, Terran e Zerg, raças dos personagens do jogo.
O jogo foi lançado apenas para PC e Mac. Em 1998, o jogo também era combatível com o Nintendo 64. O preço é de R$ 49.
Donos de Android consomem mais dados que de iPhone e BlackBerry
Um estudo realizado nos Estados Unidos pela empresa de pesquisa Validas mostra que um usuário médio de Android lá consome em um mês mais dados dos seu plano do que um usuário médio de iPhone e um de BlackBerry juntos.
Analisando contas telefônicas, a Validas chegou à conclusão que usuários da operadora Verizon que têm smartphones diferentes de um BlackBerry (o que faz sobrar basicamente o Android) consomem em média 450 MB de seu plano de dados por mês — mais que o dobro de um ano atrás, antes do altamente bem-sucedido Motorola Droid (aqui conhecido como Milestone) chegar ao mercado.
Analisando contas telefônicas, a Validas chegou à conclusão que usuários da operadora Verizon que têm smartphones diferentes de um BlackBerry (o que faz sobrar basicamente o Android) consomem em média 450 MB de seu plano de dados por mês — mais que o dobro de um ano atrás, antes do altamente bem-sucedido Motorola Droid (aqui conhecido como Milestone) chegar ao mercado.
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